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Quais são os 20 Melhores Cafés do Mundo?

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PosiçãoMelhor Café do MundoPreçoOnde Comprar
1Hawaiian Kona – HavaíR$200,00Ver
2Mocha Java Coffee – IndonésiaR$76,00Ver
3Los Planes – El SalvadorR$265,00Ver
4Harrar e Yirgacheffe – EtiópiaR$75,00Ver
5Antigua – GuatemalaR$260,00Ver
6Kenya AA – QuêniaR$118,00Ver
7Montanha Azul – JamaicaR$180,00Ver
8Geisha Hacienda La Esmeralda – PanamáR$60,00Ver
9Fazenda Santa Inês – Minas Gerais (Brasil)R$75,00Ver
10Kopi Luwak – IndonésiaR$385,00Ver
11Juan Valdez – ColômbiaR$40,00Ver
12Finca El Injerto – PanamáR$84,00Ver
13Ivory Black – TailândiaR$294,00Ver
14Café IrlandêsR$16,00Ver
15Café AustralianoR$20,00Ver
16Café BelgaR$20,00Ver
17Café AlemãoR$16,00Ver
18Café Jacu – Espírito Santo ( Brasil )R$79,00Ver
19Café Santa MônicaR$67,00Ver
20Dutra EspecialR$32,00Ver

Nós, como bons amantes de cafés que somos, sempre temos aquele preferido, não é mesmo? E você já se perguntou se o seu queridinho está na lista dos 20 melhores do mundo?

Ou, melhor ainda, que tal conferir essa lista e aproveitar a ocasião para provar aqueles rótulos que nunca experimentou antes e quem sabe acrescentar um novo entre os seus preferidos?

Como são classificados os melhores cafés do planeta?

Todo o processo que vai desde a avaliação dos grãos candidatos para essa lista até o resultado final da bebida a cada preparo é extremamente complexo. E não poderia ser para menos, afinal, entrar na lista dos melhores cafés do mundo não é para todos.

Para avaliar os grãos que estão concorrendo a um lugarzinho nesta lista, é utilizada uma técnica para avaliar a qualidade do item oferecido. Os avaliadores se baseiam na Metodologia de Avaliação Sensorial da SCA (Specialty Coffee Association).

Com base no SCA, os cafés são divididos em três categorias:

  • Tradicional;
  • Superior;
  • Especial/Gourmet.

A partir daí se estabelece o valor de compra e venda no mercado.

Como forma de enumerar as qualidades do item, os cafés ganham pontos. No caso dos gourmets, com grãos 100% arábica, a nota varia de 0 a 100 pontos. Para ser classificado, o produto deve receber, pelo menos, 80 pontos.

Já o superior, costuma ter em média de 60 a 70 pontos. Caso o grão não ultrapasse os 45, quer dizer que ele não tem as qualidades necessárias para estar ali.

E, por fim, a pontuação do tradicional fica entre 45 a 59 pontos.

É óbvio que vários quesitos são avaliados para que estes cafés entrem nessa lista, a começar pelo aroma, a ausência de defeitos, uniformidade, sabor, doçura, corpo, acidez, harmonia e finalização.

Outros concursos, além de avaliarem esses pontos, também levam em consideração os melhores produtores e safras. Como é o caso da BSCA (Associação Brasileira de Cafés Especiais, ou Brazilian Specialty Coffee Association), que foi criada justamente para valorizar e controlar a qualidade dos cafés que são produzidos no Brasil.

Dentro da associação existem parcerias e programas que tem como intuito promover a qualidade e também reconhecer os cafés brasileiros, que é o caso do Cup of Excellence, por exemplo. A competição elege os melhores grãos e premia seus respectivos produtores.

E também a BSCA que representa o Brasil nos conselhos da Specialty Coffee Association of América (SCAA). Esta é a principal organização que estimula não só a produção de grãos especiais pelo mundo, mas também o seu consumo.

Ou seja, são eles que determinam quais são os melhores cafés do mundo.

Quais os principais produtores de café do mundo?

Para ser considerado para a lista de melhores produtores de café, a região em questão tem que cumprir diversos requisitos e, consequentemente, ser capaz de criar um grão de altíssima qualidade.

Alguns países obviamente se destacam pelo café de qualidade e normalmente são regiões onde se encontra um clima ideal, com ambiente mais agradável, possibilitando a produção de grãos com sabores característicos, de grande versatilidade e, obviamente, com uma identidade única.

Brasil

Óbvio que o Brasil está na lista dos melhores produtores de café do mundo. Nós somos não só um dos maiores na produção dessa bebida, como também somos responsáveis por ⅓ da produção mundial de cafés especiais, 100% Arábica, no mercado nacional e internacional.

Na escala da SCA (Associação de Cafés Especiais), o café brasileiro já chegou a atingir cerca de 95 pontos na classificação do concurso Cup of Excellence.

Além de ser o maior produtor, o Brasil conta com várias regiões produtoras de café, como São Paulo, Minas Gerais, Bahia, Paraná, Goiás e Espírito Santo. Estas, se destacam não só na quantidade, mas também na qualidade.

Entre todas, a que mais chama atenção atualmente é o sul de Minas Gerais, saindo na frente no mercado mundial de grãos gourmet.

Para se ter ideia, o grão mineiro serve de base para a maioria dos blends, e por conta disso está presente em cerca de 75% das composições dos melhores cafés do mundo.

Obviamente que por ser plantado em diferentes regiões, os grãos possuem características únicas, mas a maioria dos cafés brasileiros tem um boa dose de doçura, corpo cremoso, baixa acidez e um aroma bem marcante.

Colômbia

Conhecida por ter um café de qualidade superior e sabor marcante, a Colômbia é o terceiro maior produtor de grãos do mundo. Por conta das suas características, ele também é considerado um dos melhores do globo.

Boa parte dessa fama se deve ao Juan Valdez, um dos principais do país. Ele é produzido com grãos Arábica Medellín.

A maior parte das regiões produtoras desse produto estão localizadas no Vale da Cordilheira dos Andes, como é o caso de Risaralda, Caldas e Quindio.

Nestas áreas, o solo costuma ser fértil e com condições climáticas ideais para a produção de cafés especiais. Ou seja, com umidade, temperaturas amenas e elevadas altitudes.

Uma curiosidade legal com relação aos cafés colombianos é que grande parte da produção é feita por pequenos produtores. E para quem acha que isso é um problema, pelo contrário.

Essa operação reduzida possibilita que o café seja colhido de forma manual, garantido a qualidade superior pela qual os grãos são conhecidos.

E o café tem papel importante na Colômbia, já que este representa uma boa fatia da economia do lugar. E eles ainda têm a vantagem de terem dois portos em suas extremidades, o que facilita a distribuição dos grãos para outros países, e isso, sem dúvida nenhuma, contribui para a fama desse produto ao redor do mundo.

Símbolo nacional do país, o grão colombiano tem um sabor marcante com notas de amêndoas, é levemente adocicado, com baixa acidez e corpo médio.

Panamá

Não só o Panamá, mas a própria América Central possui grandes altitudes que são ideais para o cultivo de café. E essa geografia se estende do México até o Panamá.

Conhecido por seu café gourmet, o país tem um cultivo ainda bem tradicional, mas nem por isso deixou de estender sua fama até o outro lado do mundo. Sabe quem é fã dos cafés panamenhos? Nada mais nada mais do que a família real japonesa.

Um grande exemplo de qualidade no país é o Arábica Geisha, a bebida super aromática, com sabor cítrico de longa duração, tons frutados e florais e uma acidez bem equilibrada.

Além do Panamá, Costa Rica, Honduras, El Salvador, Guatemala e Nicarágua são os países de maior destaque neste mercado na América Central.

Índia

A Índia também tem o seu lugar nesta lista, mas a maior parte do café indiano é exportado para a Europa.

Da produção total, cerca de 40% é feita com o tipo Arábica.

O principal grão do país é o Monsooned Malabar, e este conta com um processamento para lá de curioso. As suas sementes ficam expostas à chuva durante três e quatro semanas.

Apesar de “estranho”, isso faz com que o café ganhe características únicas, como sua cor bem distinta, textura suave e aroma único.

As principais características deste grão são sua baixa acidez, assim como doçura aveludada, corpo médio e sabor equilibrado e intenso.

Indonésia

Entre os destaques nos últimos anos, a Indonésia tem saído na frente, principalmente por ter se tornado um dos mais importantes produtores de café da atualidade.

Isso se deve graças às condições climáticas da região, que conta com um solo orgânico e vulcânico, comuns nas ilhas da área, colaborando, assim, para um produto de qualidade.

A maioria da sua produção é focada nos cafés tipo robusta, mas a arábica também é produzida por lá que, aliás, dá origem a uma das bebidas mais famosas do mundo, o Java (nome homônimo da ilha onde é plantado).

Outros grãos comuns são o Sulawesi e o Sumatra.

Mas se você está por dentro das novidades do mundo do café, sabe outro motivo pelo qual a Indonésia é famosa nesse ramo. O país é criador de um do famoso Kopi Luwak. Este é extraído das fezes de um mamífero típico da região, chamado de Civeta Asiática.

Ele se alimenta de grãos de café, processa o grão (a polpa, apenas) no seu sistema digestivo e depois elimina as sementes nas suas fezes. Apesar de nojento, esse processo atribui ao item características únicas, como uma bebida mais adocicada.

De forma geral, os cafés do país têm espessura e aroma leves, baixa acidez, mais amargor com sabor doce e frutado.

Etiópia

A Etiópia está nessa lista não por um, mas por quatro motivos. Além de ser um dos maiore exportadores, produtores e consumidores de café, foi lá que surgiu o grão do tipo Arábica.

Aliás, essa atividade econômica é a principal do país.

O continente africano tem outros destaques na produção de café, entre eles: Uganda, Tanzânia e Quênia.

Por lá, cultiva-se uma enorme variedade de grãos, e todo o processo é ancestral, onde os produtos são selecionados, lavados, torrados em fogo a lenha e moídos momentos antes da bebida ser finalizada em um jarro tradicional chamado de jebena.

Além dos mais, os cafés da Etiópia são considerados um dos melhores do mundo por ter uma enorme variedade de sabores, tons florais e frutados, assim como por ser uma bebida leve e delicada.

Na região, os grãos mais famosos são:

  • Sidamo;
  • Harrar;
  • Yirgacheffe.

E cada um possui suas próprias características únicas.

Qual é a lista dos 20 melhores cafés do mundo?

Agora que já conhecemos os melhores produtores de café, vamos aos melhores grãos do mercado.

1 – Hawaiian Kona – Havaí

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Para quem quer experimentar um café havaiano, prepare-se para colocar a mão no bolso. Um saco com 200 gramas chega a quase R$200,00. Por outro lado, você estará experimentando algo raríssimo, além de equilibrado e frutado.

Ele leva notas de nozes, tem uma textura redonda e sedosa.

Prós:

  • Textura sedosa e redonda;
  • Nespresso vende uma cápsula com esse tipo de café.

Contra:

  • Preço elevado da opção em grãos.

2 – Mocha Java Coffee – Indonésia

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Composto por um blend para lá de único, este grão da Indonésia tem espessura e aroma leve, com um sabor doce e frutado, baixa acidez e mais amargor.

Prós:

  • Blends excelentes;
  • Uma boa opção para quem gosta de café mais amargo.

Contra:

  • Bem difícil de se achar no Brasil.

Um saco custa em torno de R$76,00 e está à venda apenas no eBay, ou seja, você terá que importar.

3 – Los Planes – El Salvador

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Esse café de El Salvador tem um sabor com fios de açúcar mascavo e tangerina com caramelo.

É um item que leva na sua composição uma varietal de Pacamara, um cruzamento entre Maragogype e Paca, resultando em grãos grandes.

Prós:

  • Agrada quase qualquer paladar;
  • Sabor frutado e sútil.

Contra:

  • Custo elevado.

O saco de um quilo desse café de El Salvador custa R$265,00.

4 – Harrar e Yirgacheffe – Etiópia

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Se você procura, além de uma opção de café diferente, é claro, por uma bebida com tons frutados e florais, leve e delicado, então você precisa experimentar esse grão da Etiópia.

Prós:

  • Café diferente;
  • Bebida mais leve e com tons frutados.

Contras:

  • Não é fácil de achar no Brasil;
  • Custo um pouco elevado.

Um saco desse grão custa em torno de R$75,00 mais impostos.

5 – Antigua – Guatemala

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Este é um café complexo, mas refinado e elegante. Possui um toque de chocolate, especiarias e limão. Tem um nível de azedo mediano, sendo o corpo também médio.

Prós:

  • Café com sabor de cacau;
  • Corpo médio.

Contra:

  • A Starbucks vende uma versão dele, mas também é difícil de achar no Brasil.

Um saco com 250 gramas, no eBay, custa em torno de R$260,00 já com imposto incluso.

6 – Kenya AA – Quênia

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Uma curiosidade com respeito a esse grão é esse AA no seu nome. Essas letras indicam o tamanho, densidade e forma do café, que é do mais alto grau.

Para os fãs de bebidas intensas, ele é a sua opção perfeita. É uma bebida forte e aromática, com um sabor decisivo.

Ele vem em um saco de 250 gramas, é do tipo moído e custa em torno de R$118,00.

Prós:

  • Café ideal para os amantes de bebidas fortes;
  • Aroma bem presente.

Contra:

  • Preço um pouco elevado.

7 – Montanha Azul – Jamaica

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O café jamaicano Montanha Azul é conhecido por ser uma bebida doce e suave. Feito com grão 100% arábica, ele não leva nenhum aditivo, é naturalmente alcalino e conta com diversos nutrientes e vitaminas.

Com tantos benefícios assim, é óbvio que isso seria refletido no seu valor. Por conta disso, ele é considerado um dos cafés mais caros do mundo. No eBay ele está sendo vendido por R$180,00 mais impostos.

Prós:

  • Café sem aditivos;
  • Cheio de nutrientes e vitaminas.

Contra:

  • Preço elevado.

8 – Geisha Hacienda La Esmeralda – Panamá

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Geisha já seduz desde a embalagem. Este é um café com notas sensoriais que lembram muito a carambola madura e flores de jasmim. No paladar tem uma acidez equilibrada de limão-taiti.

Prós:

  • Aroma delicioso;
  • Leve e saboroso;
  • Acidez equilibrada.

Contra:

  • Preço um pouco alto.

Você encontra opções com 250 gramas por R$60,00.

9 – Fazenda Santa Inês – Minas Gerais (Brasil)

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Olha brasileiro na lista!

Produzido em Minas Gerais, este é um café doce e de sabor frutado, com pouca acidez e mais amargor.

Como a companhia trabalha com diversas opções, você acha alternativas de café a partir de R$75,00.

Prós:

  • Café brasileiro de qualidade;
  • Produzido numa das melhores regiões de produção de café no Brasil.

Contra:

  • Preço acima da média.

10 – Kopi Luwak – Indonésia

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Como já comentamos anteriormente, talvez esse seja o café mais estranho da lista por conta da forma que ele é processado. Apesar disso, é um grão de espessura e aroma leve, sabor frutado e doce, mais amargor e menos acidez.

Mesmo de origem para lá de diferente, isso nada influencia na sua qualidade, pelo contrário. Por conta disso, é o café mais caro do mundo. Uma embalagem de 100 gramas chega a custar R$385,00 no eBay.

Prós:

  • Café doce e frutado;
  • Aroma único;
  • Baixa acidez.

Contras:

  • Mais amargor;
  • Preço acima da média.

11 – Juan Valdez – Colômbia

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De sabor marcante, esse café colombiano é levemente adocicado, com notas de amêndoas, baixa acidez e um corpo médio.

Por ter várias opções, seu valor é bem variado, mas você encontra alternativas em torno de R$40,00.

Prós:

  • Café adocicado com notas de amêndoas;
  • Pouca acidez.

Contra:

  • Preço um pouco elevado.

12 – Finca El Injerto – Panamá

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A Finca El Injerto trabalha com diversas opções de café, como o espresso. A bebida é harmoniosa e traz um equilíbrio entre amargo, ácido e doce. Seu corpo é redondo, possui notas picantes e no final o gosto que fica na boca é de chocolate.

A embalagem de 400 gramas custa em torno de R$84,00.

Prós:

  • Café equilibrado;
  • Gosto de chocolate ao final.

Contras:

  • Alto custo.
  • O seu gosto no final pode não agradar a todos.

13 – Ivory Black – Tailândia

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Diretamente da Tailândia, o Ivory Black é um café com notas de chocolate, cacau, cereja vermelha, uma pequena porcentagem de grama e especiarias (couro e tabaco). A colheita dos grãos é feita de forma manual.

Assim como Luwak, ele também é ingerido, digerido e eliminado pelas fezes, mas, neste caso, dos elefantes.

Este café pode chegar a R$294,00!

Prós:

  • Café colhido manualmente;
  • Fermentação natural.

Contra:

  • Custo alto.

14 – Café Irlandês

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Os irlandeses são conhecidos por amarem bebidas alcoólicas e se deixarem usam elas em quase tudo, então não poderia ser diferente no café do país.

A bebida tradicional da região é uma mistura entre o café com o famoso whisky local, adicionado de creme de leite batido.

É uma ótima opção para tomar no frio, mas cuidado pois ela é bastante forte. Um copo pode custar algo em torno de R$16,00.

Prós:

  • Para que gosta de café e bebida alcoólica, é perfeito;
  • Ótimo para dias frios.

Contras:

  • Para quem não bebe ou não gosta de misturar os dois, com certeza não é a melhor opção.
  • Se você for dirigir pode atrapalhar, melhor não tomar.

15 – Café Australiano

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Uma onda de consumo de café se alastrou pela Austrália, desde então, consumir essa bebida nos dias com clima ameno virou uma febre no país.

Por lá, é possível encontrar a bebida já pronta para beber, vendidas em caixas ou em garrafas de plástico.

O mais comum por lá é o flat white, uma mistura muito parecida com o nosso café misturado com leite. Ele custa algo em torno de R$20,00.

Prós:

  • Funciona como uma versão de café com leite;
  • Vendido pronto para beber em caixinhas ou garrafas.

Contra:

  • Para quem prefere café fresco, é melhor procurar por uma cafeteria.

16 – Café Belga

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Por lá, este café é servido usando pedaços de chocolate dentro da xícara, que se deposita no fundo, e derrete quando recebe o líquido quente. Uma ótima opção para tomar no frio. O valor varia e pode chegar até R$20,00.

Prós:

  • Uma ótima opção para os chocólatras de plantão;
  • Perfeito para dias frios.

Contra:

  • Quem não gosta de muita coisa no café pode achar ruim.

17 – Café Alemão

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Este é bem parecido com o belga. O que muda, neste caso, é que ao invés de ser adicionado pedaços de chocolate, a bebida leva chantilly ou leite condensado. Ele custa a partir de R$16,00.

Prós:

  • Uma mistura de café com sobremesa.

Contra:

  • Quem não gosta de um café muito doce talvez não aprove.

18 – Café Jacu

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Sabia que temos uma versão do Kopi Luwak aqui no Brasil?

Por aqui ele é conhecido como Jacu, e falamos que é uma versão do Luwak pois ele também é engolido por animal, que depois descarta os grãos.

Mas aqui, ao invés de ser um mamífero, quem come o item é o pássaro Jacu.

Trata-se de um café orgânico e biodinâmico, com qualidades únicas, aroma de flores e frutas, e sabor suave com acidez marcante.

Prós:

  • Café orgânico e biodinânico;
  • Características e propriedades únicas.

Contra:

  • Preço um pouco alto.

O valor médio de uma embalagem com 100 gramas é R$79,00.

19 – Café Santa Mônica

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O café da Santa Mônica é vendido em grãos, com torra média e possui um gosto de chocolate. Apesar disso, sua doçura é bem acentuada e de baixo amargor.

Todo o processo de torrefação do grãos é especial, com o intuito de preservar ao máximo as características únicas deste produto.

Prós:

  • Café com gosto de chocolate;
  • Doçura acentuada.

Contra:

  • Valor mais alto do que dos cafés que estamos acostumados.

A embalagem de um quilo pode chegar a custar R$67,00.

20 – Dutra Especial

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Produzido na Fazenda Dutra, este grão já ganhou o primeiro lugar na categoria Conilon e foi finalista no Coffee of The Year, em 2017.

Ele é vendido nas variedades Catuaí amarelo e vermelho, ou bourbon amarelo.

No primeiro caso, você vai se deparar com um café com aroma de nozes e baunilha, acidez cítrica e média, e uma finalização bem agradável ao paladar, com notas de amêndoas, cacau, caramelo e frutas secas.

O bourbon amarelo, por sua vez, tem notas de frutas secas, caramelo e chocolate, além de um aroma de frutas secas e um final bem equilibrado.

Prós:

  • Diversas variedades para escolher;
  • Fácil de agradar os mais diversos paladares.

Contra:

  • Preço um pouco acima da média.

A embalagem com 500 gramas custa em torno de R$32,00.

Conclusão

Agora é que não faltam opções de cafés novos e de vários países para você provar.

Tem opções para todos os gostos e bolsos, alguns mais tradicionais e outros muito inovadores.

Escolha o seu e veja se ele também entra na sua lista dos melhores!

Referências:

https://espressocoffeeguide.com/best-coffee-beans/

https://www.drippedcoffee.com/best-coffee-beans/

https://luxe.digital/lifestyle/dining/best-coffee-beans/

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